<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de longevidade - Olhe</title>
	<atom:link href="https://olhe.org.br/tag/longevidade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://olhe.org.br/tag/longevidade/</link>
	<description>Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento</description>
	<lastBuildDate>Fri, 28 Nov 2025 21:11:17 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2025/11/favicon-16x16-1.webp</url>
	<title>Arquivo de longevidade - Olhe</title>
	<link>https://olhe.org.br/tag/longevidade/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>CORREIO BRAZILIENSE</title>
		<link>https://olhe.org.br/correio-braziliense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Olhe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2020 01:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://olhe.org.br/?p=649</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pandemia expõe os desafios da longevidade Principal grupo de risco da covid-19, idosos têm demandas que vão desde melhor acesso à saúde preventiva e moradia mais humanizada até o reconhecimento de profissionais relacionados ao seu bem-estar, como os cuidadores O mundo tem mais de 900 milhões de idosos. Em 2050, a previsão é de que o número de pessoas acima dos 60 anos chegue a 2 bilhões, o que corresponderá a 20% da população do planeta. Os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) evidenciam a necessidade de encarar os desafios da longevidade, que ficou, ainda, mais urgente com a pandemia do novo coronavírus. ;Uma transformação demográfica dessa magnitude requer muitas transformações sociais, políticas e culturais;, alerta Rosita Kornfeld Matte, professora de gerontologia da PUC de Santiago, no Chile. O relatório O impacto da covid-19 nas pessoas idosas;, publicado em maio pela Organização das Nações Unidas (ONU), mostra que 80% dos mortos pelo novo coronavírus na China foram pessoas com 60 anos ou mais; na Itália, 83%. Até 16 de junho, segundo o Ministério da Saúde, 72,9% dos mortos no país são idosos. Grupo de risco da doença, os mais velhos não precisam de atenção apenas em uma situação de crise sanitária. As demandas passam por acesso à saúde preventiva, garantia de direitos, lugares mais humanizados e políticas públicas que entendam as reais necessidades da faixa etária.Entre as mudanças necessárias, a presidente e fundadora da Fundação Pilares da Espanha, Pilar Rodríguez, também gerontologista e especialista em serviços sociais, chama a atenção para os locais que acolhem essa população. ;Nas pesquisas que fazemos, os idosos dizem que não querem morar em locais de acolhimento com aparência de hospitais. Eles preferem locais de tamanho pequeno, próximos a centros comunitários e que sejam, o mais parecido possível, com uma casa possível;, descreve. Hoje, há uma série de modelos que atendem aos anseios dos mais velhos, como apartamentos comunitários, residências compartilhadas entre os próprios idosos e residências colaborativas. No sentido contrário, investem-se recursos de maneira mais notória em alojamentos, que estão entre o que menos desejam as pessoas idosas, segundo Pilar. ;O maior investimento deveria ser em atenção domiciliar, programas de apoio às famílias, programas comunitários, intervenções e planos de habitação, para que muitas dessas pessoas possam permanecer nas suas casas;, recomenda. Invisíveis A tarefa passa pela valorização de uma profissão pouco reconhecida, mas extremamente utilizada: a dos cuidadores. Dos 500 mil domicílios brasileiros, 8% têm idosos que enfrentam dificuldade nas atividades diárias e que, portanto, precisam de ajuda. Destes, 28% recorrem à ajuda dos cuidadores, segundo pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Marília Berzins, do Observatório do Idoso, em São Paulo, alerta para a necessidade de políticas públicas que garantam o suporte econômico da profissão. ;Essa é uma lacuna muito grande no cenário nacional. Não temos uma política que inclua o cuidador do idoso;, critica a doutora em saúde pública e especialista em gerontologia. Vale ressaltar que essa é uma atividade com perfil muito bem-definido. ;No Brasil, o cenário de cuidadores de idosos é composto por mulheres pobres, sem escolaridade, sem direitos formais;, descreve Berzins. Durante a pandemia, essas cuidadoras continuaram trabalhando, mesmo com alto grau de vulnerabilidade à transmissão do vírus. Para Rosita Kornfeld Matte, que foi relatora das Nações Unidas para Direitos das Pessoas Idosas por seis anos, avanços significativos no assunto velhice começam pelos direitos humanos. ;Primeiro tem de se atentar à heterogeneidade do envelhecimento, o que jamais se olhou;, argumenta. O segundo ponto é entender que o assunto abarca todo o conjunto de direitos humanos: econômicos, sociais, culturais, sanitários e, também, os direitos civis e políticos. ;O enfoque assistencialista deve mudar muito fortemente para um enfoque de direitos;, ressalta Matte. A professora defende a criação de um instrumento jurídico internacional para que a promoção dos direitos e da integridade das pessoas idosas tenham consequências práticas. ;Esse instrumento tem importância especial para as pessoas idosas em situação de emergência, de vulnerabilidade;, acrescenta. Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2020/08/02/interna-brasil,877661/pandemia-expoe-os-desafios-da-longevidade.shtml</p>
<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/correio-braziliense/">CORREIO BRAZILIENSE</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<hr class="wp-block-separator has-text-color has-background has-vivid-cyan-blue-background-color has-vivid-cyan-blue-color is-style-wide"/>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile is-image-fill"><figure class="wp-block-media-text__media" style="background-image:url(https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/corriobraziliense-1024x404.png);background-position:22% 19%"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="404" src="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/corriobraziliense-1024x404.png" alt="" class="wp-image-650 size-large" srcset="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/corriobraziliense-1024x404.png 1024w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/corriobraziliense-300x118.png 300w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/corriobraziliense-768x303.png 768w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/corriobraziliense.png 1287w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<h3 class="wp-block-heading">Pandemia expõe os desafios da longevidade</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Principal grupo de risco da covid-19, idosos têm demandas que vão desde melhor acesso à saúde preventiva e moradia mais humanizada até o reconhecimento de profissionais relacionados ao seu bem-estar, como os cuidadores</p>
</div></div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<span id="more-649"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O mundo tem mais de 900 milhões de idosos. Em 2050, a previsão é de que o número de pessoas acima dos 60 anos chegue a 2 bilhões, o que corresponderá a 20% da população do planeta. Os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) evidenciam a necessidade de encarar os desafios da longevidade, que ficou, ainda, mais urgente com a pandemia do novo coronavírus. ;Uma transformação demográfica dessa magnitude requer muitas transformações sociais, políticas e culturais;, alerta Rosita Kornfeld Matte, professora de gerontologia da PUC de Santiago, no Chile.</p>



<h1 class="wp-block-heading">O relatório</h1>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto da covid-19 nas pessoas idosas;, publicado em maio pela Organização das Nações Unidas (ONU), mostra que 80% dos mortos pelo novo coronavírus na China foram pessoas com 60 anos ou mais; na Itália, 83%. Até 16 de junho, segundo o Ministério da Saúde, 72,9% dos mortos no país são idosos.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Grupo de risco da doença, os mais velhos não precisam de atenção apenas em uma situação de crise sanitária. As demandas passam por acesso à saúde preventiva, garantia de direitos, lugares mais humanizados e políticas públicas que entendam as reais necessidades da faixa etária.<br>Entre as mudanças necessárias, a presidente e fundadora da Fundação Pilares da Espanha, Pilar Rodríguez, também gerontologista e especialista em serviços sociais, chama a atenção para os locais que acolhem essa população. ;Nas pesquisas que fazemos, os idosos dizem que não querem morar em locais de acolhimento com aparência de hospitais. Eles preferem locais de tamanho pequeno, próximos a centros comunitários e que sejam, o mais parecido possível, com uma casa possível;, descreve.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Hoje, há uma série de modelos que atendem aos anseios dos mais velhos, como apartamentos comunitários, residências compartilhadas entre os próprios idosos e residências colaborativas. No sentido contrário, investem-se recursos de maneira mais notória em alojamentos, que estão entre o que menos desejam as pessoas idosas, segundo Pilar. ;O maior investimento deveria ser em atenção domiciliar, programas de apoio às famílias, programas comunitários, intervenções e planos de habitação, para que muitas dessas pessoas possam permanecer nas suas casas;, recomenda.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Invisíveis</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">A tarefa passa pela valorização de uma profissão pouco reconhecida, mas extremamente utilizada: a dos cuidadores. </p>



<h4 class="has-background has-large-font-size wp-block-heading" style="background-color:#e9e9e9">Dos 500 mil domicílios brasileiros, 8% têm idosos que enfrentam dificuldade nas atividades diárias e que, portanto, precisam de ajuda. Destes, 28% recorrem à ajuda dos cuidadores, segundo pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Marília Berzins, do Observatório do Idoso, em São Paulo, alerta para a necessidade de políticas públicas que garantam o suporte econômico da profissão.</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><br>;Essa é uma lacuna muito grande no cenário nacional. Não temos uma política que inclua o cuidador do idoso;, critica a doutora em saúde pública e especialista em gerontologia. Vale ressaltar que essa é uma atividade com perfil muito bem-definido. ;No Brasil, o cenário de cuidadores de idosos é composto por mulheres pobres, sem escolaridade, sem direitos formais;, descreve Berzins. Durante a pandemia, essas cuidadoras continuaram trabalhando, mesmo com alto grau de vulnerabilidade à transmissão do vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Para Rosita Kornfeld Matte, que foi relatora das Nações Unidas para Direitos das Pessoas Idosas por seis anos, avanços significativos no assunto velhice começam pelos direitos humanos. ;Primeiro tem de se atentar à heterogeneidade do envelhecimento, o que jamais se olhou;, argumenta. O segundo ponto é entender que o assunto abarca todo o conjunto de direitos humanos: econômicos, sociais, culturais, sanitários e, também, os direitos civis e políticos. ;O enfoque assistencialista deve mudar muito fortemente para um enfoque de direitos;, ressalta Matte.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A professora defende a criação de um instrumento jurídico internacional para que a promoção dos direitos e da integridade das pessoas idosas tenham consequências práticas. ;Esse instrumento tem importância especial para as pessoas idosas em situação de emergência, de vulnerabilidade;, acrescenta.</p>



<pre class="wp-block-preformatted">Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2020/08/02/interna-brasil,877661/pandemia-expoe-os-desafios-da-longevidade.shtml</pre>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/correio-braziliense/">CORREIO BRAZILIENSE</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TRILHAS DA LONGEVIDADE</title>
		<link>https://olhe.org.br/trilhas-da-longevidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Olhe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 02:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[trilha]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://olhe.org.br/?p=667</guid>

					<description><![CDATA[<p>A doutora Marília Berzins, do Observatório do Idoso, traz para o webinário desta quinta-feira, 16, às 11h, o impacto da Covid-19 na perspectiva de gênero. O segundo encontro da série Trilhas da Longevidade vai abordar a situação da pandemia em São Paulo, Rio de Janeiro e da região Nordeste. O encontro contará também com análises de temas transversais: raça, gênero e o idoso vivendo em instituições. Fonte: OEI Brasil</p>
<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/trilhas-da-longevidade/">TRILHAS DA LONGEVIDADE</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<hr class="wp-block-separator has-text-color has-background has-vivid-cyan-blue-background-color has-vivid-cyan-blue-color is-style-wide"/>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile is-image-fill"><figure class="wp-block-media-text__media" style="background-image:url(https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/trilhaslogevidade-1024x626.png);background-position:50% 50%"><img decoding="async" width="1024" height="626" src="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/trilhaslogevidade-1024x626.png" alt="" class="wp-image-668 size-large" srcset="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/trilhaslogevidade-1024x626.png 1024w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/trilhaslogevidade-300x183.png 300w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/trilhaslogevidade-768x469.png 768w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/trilhaslogevidade.png 1175w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="wp-block-paragraph">A doutora Marília Berzins, do Observatório do Idoso, traz para o webinário desta quinta-feira, 16, às 11h, o impacto da Covid-19 na perspectiva de gênero. O segundo encontro da série Trilhas da Longevidade vai abordar a situação da pandemia em São Paulo, Rio de Janeiro e da região Nordeste. O encontro contará também com análises de temas transversais: raça, gênero e o idoso vivendo em instituições.</p>
</div></div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<span id="more-667"></span>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Trilhas da Longevidade - Marília Berzins" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/PtiJseH4U5c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<pre class="wp-block-preformatted">Fonte: OEI Brasil</pre>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/trilhas-da-longevidade/">TRILHAS DA LONGEVIDADE</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>REVISTA PANORAMA</title>
		<link>https://olhe.org.br/revista-panorama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Olhe]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2019 02:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[fasedavida]]></category>
		<category><![CDATA[gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[plenitude]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://olhe.org.br/?p=671</guid>

					<description><![CDATA[<p>Envelhecer é Viver Há 30 anos, Marília Berzins se dedica ao tema do envelhecimento. Doutora em Saúde Pública (USP) e presidente do Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento, a especialista em Gerontologia é ainda organizadora do livro&#160;Políticas Públicas para um País que Envelhece. Marília conversou com a&#160;Panorama&#160;sobre O fenômeno do envelhecimento que vivemos atualmente Entrevista Marília Berzins, doutora em Saúde Pública (USP) e presidente do Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento A sociedade evoluiu em relação ao envelhecimento? Marília Berzins&#160;–&#160;Estamos vivendo o século do envelhecimento, e a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece este fator como a maior conquista recente da humanidade. Estarmos vivendo mais é um triunfo do conhecimento científico, social e econômico. Entretanto esta nova realidade traz desafios. Alguns países enriqueceram e, depois, a população começou a envelhecer. Na América Latina, estamos envelhecendo e tentando melhorar o patamar econômico. Então nem sempre o fato de vivermos mais significa que vivemos melhor. Um dos entraves para isso é o compromisso que precisa ser assumido pelo poder público com a longevidade.&#160; Qual a importância da produtividade nesta fase da vida? Marília Berzins –A velhice não nos tira a capacidade de sonhar, de produzir, criar e ressignificar a vida. Isto é um processo natural humano, e não de anos contados. O acúmulo dos anos deveria ajudar a reorganizar a vida. Podemos ser produtivos por quanto tempo quisermos, mas o sustento precisa ser provido pelo Estado, pela aposentadoria. Temos inúmeros exemplos de pessoas públicas que continuam produtivas, como artistas, jornalistas e políticos.&#160; Que mito ainda perdura em relação aos idosos?&#160; Marília Berzins –&#160;Há ainda vários mitos predominantes na sociedade sobre o envelhecimento, como a dependência e a incapacidade e que, por isso, idosos não produzem mais e são inaptos para o gerenciamento de suas vidas. Isto não é verdade. Precisamos desconstruir este mito que reduz a velhice, esta importante fase da vida do ser humano, à incapacidade. Desta forma, contribuiremos para uma sociedade que seja boa para todas as idades.&#160; Como viver a velhice com plenitude? Marília Berzins&#160;–&#160;Viver é envelhecer e envelhecer é viver. A vida é o bem mais precioso que temos e, independentemente da idade, temos que vivê-la bem. Para ter uma velhice com qualidade, precisamos aprender a viver com a perspectiva de que vamos ficar velhos, é preciso pensar na saúde, em termos de prevenção, pensar na renda, ter sonhos. Precisamos avançar na cultura do pró-envelhecimento. Os jovens de hoje precisam ter consciência disso, desta maneira vão pensar em seu futuro.&#160; Fonte: https://panorama.eurofarma.com.br/pt_br/blog/post/envelhecer-e-viver</p>
<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/revista-panorama/">REVISTA PANORAMA</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<hr class="wp-block-separator has-text-color has-vivid-cyan-blue-color has-css-opacity has-vivid-cyan-blue-background-color has-background is-style-wide"/>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile is-image-fill-element"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="771" height="681" src="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/panoramarevista.png" alt="" class="wp-image-672 size-large" style="object-position:18% 15%" srcset="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/panoramarevista.png 771w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/panoramarevista-300x265.png 300w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/panoramarevista-768x678.png 768w" sizes="(max-width: 771px) 100vw, 771px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<h3 class="wp-block-heading">Envelhecer é Viver</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Há 30 anos, Marília Berzins se dedica ao tema do envelhecimento. Doutora em Saúde Pública (USP) e presidente do Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento, a especialista em Gerontologia é ainda organizadora do livro&nbsp;<em>Políticas Públicas para um País que Envelhece</em>. Marília conversou com a&nbsp;<em>Panorama</em>&nbsp;sobre O fenômeno do envelhecimento que vivemos atualmente</p>
</div></div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<span id="more-671"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Entrevista</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Marília Berzins, doutora em Saúde Pública (USP) e presidente do Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A sociedade evoluiu em relação ao envelhecimento?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Marília Berzins&nbsp;–</strong>&nbsp;Estamos vivendo o século do envelhecimento, e a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece este fator como a maior conquista recente da humanidade. Estarmos vivendo mais é um triunfo do conhecimento científico, social e econômico. Entretanto esta nova realidade traz desafios. Alguns países enriqueceram e, depois, a população começou a envelhecer. Na América Latina, estamos envelhecendo e tentando melhorar o patamar econômico. Então nem sempre o fato de vivermos mais significa que vivemos melhor. Um dos entraves para isso é o compromisso que precisa ser assumido pelo poder público com a longevidade.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual a importância da produtividade nesta fase da vida?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Marília Berzins –</strong>A velhice não nos tira a capacidade de sonhar, de produzir, criar e ressignificar a vida. Isto é um processo natural humano, e não de anos contados. O acúmulo dos anos deveria ajudar a reorganizar a vida. Podemos ser produtivos por quanto tempo quisermos, mas o sustento precisa ser provido pelo Estado, pela aposentadoria. Temos inúmeros exemplos de pessoas públicas que continuam produtivas, como artistas, jornalistas e políticos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Que mito ainda perdura em relação aos idosos?</strong>&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Marília Berzins –</strong>&nbsp;Há ainda vários mitos predominantes na sociedade sobre o envelhecimento, como a dependência e a incapacidade e que, por isso, idosos não produzem mais e são inaptos para o gerenciamento de suas vidas. Isto não é verdade. Precisamos desconstruir este mito que reduz a velhice, esta importante fase da vida do ser humano, à incapacidade. Desta forma, contribuiremos para uma sociedade que seja boa para todas as idades.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como viver a velhice com plenitude?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Marília Berzins&nbsp;–</strong>&nbsp;Viver é envelhecer e envelhecer é viver. A vida é o bem mais precioso que temos e, independentemente da idade, temos que vivê-la bem. Para ter uma velhice com qualidade, precisamos aprender a viver com a perspectiva de que vamos ficar velhos, é preciso pensar na saúde, em termos de prevenção, pensar na renda, ter sonhos. Precisamos avançar na cultura do pró-envelhecimento. Os jovens de hoje precisam ter consciência disso, desta maneira vão pensar em seu futuro.&nbsp;</p>



<pre class="wp-block-preformatted">Fonte: <a href="https://panorama.eurofarma.com.br/pt_br/blog/post/envelhecer-e-viver">https://panorama.eurofarma.com.br/pt_br/blog/post/envelhecer-e-viver</a></pre>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/revista-panorama/">REVISTA PANORAMA</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ISTO É DINHEIRO</title>
		<link>https://olhe.org.br/concierge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Olhe]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2019 01:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[companhiaidoso]]></category>
		<category><![CDATA[concierge]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[evitarsolidao]]></category>
		<category><![CDATA[gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[longevidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://olhe.org.br/?p=643</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para missa, médico ou cinema, agências oferecem serviço de companhia a idosos Sempre que precisa ir ao médico para um exame nos olhos, Amarylis Ferreira, de 80 anos, tem companhia. Mas não da filha ou de um neto. Quem a ampara é uma “concierge” A palavra francesa é requintada, mas revela uma necessidade corriqueira: a de evitar a solidão e proporcionar autonomia a idosos saudáveis no cenário de aumento da longevidade no Brasil. “Ela faz toda parte que minhas filhas fariam se não tivessem de trabalhar. Ajuda a entrar no carro, ouve o que o médico tem a dizer para ver se não esqueço nada”, conta Amarylis. “Não é uma pessoa que fiscaliza, mas ajuda a ter noção do que está acontecendo. A gente sente que está mais dona de si.” Difundidos no exterior, em países como Inglaterra e Estados Unidos, serviços de concierge para idosos chegam ao Brasil atrás de uma fatia do mercado que não para de crescer. As iniciativas se destinam a idosos sem limitações físicas ou cognitivas graves, mas que desejam apoio para continuar fazendo atividades, como ir à feira, consultas, gerir contas ou passear. A contratação quase sempre parte dos filhos, atarefados com crianças ou o trabalho. “Minha mãe estava muito fechada em casa”, diz Cristina Ferreira, de 57 anos, filha de Amarylis. Recepcionista, está sempre ocupada com o trabalho ou atividades voluntárias. Já a irmã passa o dia todo no serviço. Antes das idas ao médico, Amarylis começou a sair com a concierge para escapadas culturais e aventuras gastronômicas, em grupos pequenos – outras idosas, também clientes da assessora contratada, podem se juntar ao programa. “Passeio com filho é bom, mas fica restrito ao assunto familiar”, diz. “(No grupo da concierge) ninguém critica, dosa. A família fica sabendo o que eu quiser contar.” Luciene Bottiglieri, de 48 anos, atua como concierge na zona sul de São Paulo desde 2018. Os serviços, pagos por hora (três horas saem por R$ 230), podem incluir de aulas para desvendar o WhatsApp a companhia para caminhadas. “O idoso não quer só artesanato. Ele está no Facebook, Instagram, quer novidades”, afirma. Luciene já levou um grupo para conhecer um cabaré underground no centro – e também foi acompanhante em eventos tradicionais, como a missa de domingo. “Meu pai é bastante católico, mas nós (filhos) não temos o hábito de frequentar missas. Ele se sentia mal de ir conosco, sabia que não era interesse nosso. E eu me sentia mal porque sabia que ele gostaria de ir”, diz Regina Salvetti, de 60 anos, filha de Fortunato Oliveira, de 94. Viúvo, ele é lúcido – lê jornais todos os dias -, mas caminha com dificuldade. Fonte: https://www.istoedinheiro.com.br/para-missa-medico-ou-cinema-agencias-oferecem-servico-de-companhia-a-idosos/</p>
<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/concierge/">ISTO É DINHEIRO</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<hr class="wp-block-separator has-text-color has-background has-vivid-cyan-blue-background-color has-vivid-cyan-blue-color is-style-wide"/>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile is-image-fill"><figure class="wp-block-media-text__media" style="background-image:url(https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/istoedinheiro.png);background-position:55.00000000000001% 40%"><img loading="lazy" decoding="async" width="872" height="430" src="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/istoedinheiro.png" alt="" class="wp-image-644 size-large" srcset="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/istoedinheiro.png 872w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/istoedinheiro-300x148.png 300w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/istoedinheiro-768x379.png 768w" sizes="(max-width: 872px) 100vw, 872px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="wp-block-paragraph">Para missa, médico ou cinema, agências oferecem serviço de companhia a idosos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre que precisa ir ao médico para um exame nos olhos, Amarylis Ferreira, de 80 anos, tem companhia. Mas não da filha ou de um neto. </p>
</div></div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<span id="more-643"></span>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem a ampara é uma “concierge”</strong> A palavra francesa é requintada, mas revela uma necessidade corriqueira: a de evitar a solidão e proporcionar autonomia a idosos saudáveis no cenário de aumento da longevidade no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ela faz toda parte que minhas filhas fariam se não tivessem de trabalhar. Ajuda a entrar no carro, ouve o que o médico tem a dizer para ver se não esqueço nada”, conta Amarylis. “Não é uma pessoa que fiscaliza, mas ajuda a ter noção do que está acontecendo. A gente sente que está mais dona de si.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Difundidos no exterior, em países como Inglaterra e Estados Unidos, serviços de concierge para idosos chegam ao Brasil atrás de uma fatia do mercado que não para de crescer. As iniciativas se destinam a idosos sem limitações físicas ou cognitivas graves, mas que desejam apoio para continuar fazendo atividades, como ir à feira, consultas, gerir contas ou passear. A contratação quase sempre parte dos filhos, atarefados com crianças ou o trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Minha mãe estava muito fechada em casa”, diz Cristina Ferreira, de 57 anos, filha de Amarylis. Recepcionista, está sempre ocupada com o trabalho ou atividades voluntárias. Já a irmã passa o dia todo no serviço. Antes das idas ao médico, Amarylis começou a sair com a concierge para escapadas culturais e aventuras gastronômicas, em grupos pequenos – outras idosas, também clientes da assessora contratada, podem se juntar ao programa. “Passeio com filho é bom, mas fica restrito ao assunto familiar”, diz. “(No grupo da concierge) ninguém critica, dosa. A família fica sabendo o que eu quiser contar.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Luciene Bottiglieri, de 48 anos, atua como concierge na zona sul de São Paulo desde 2018. Os serviços, pagos por hora (três horas saem por R$ 230), podem incluir de aulas para desvendar o WhatsApp a companhia para caminhadas. “O idoso não quer só artesanato. Ele está no Facebook, Instagram, quer novidades”, afirma. Luciene já levou um grupo para conhecer um cabaré underground no centro – e também foi acompanhante em eventos tradicionais, como a missa de domingo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Meu pai é bastante católico, mas nós (filhos) não temos o hábito de frequentar missas. Ele se sentia mal de ir conosco, sabia que não era interesse nosso. E eu me sentia mal porque sabia que ele gostaria de ir”, diz Regina Salvetti, de 60 anos, filha de Fortunato Oliveira, de 94. Viúvo, ele é lúcido – lê jornais todos os dias -, mas caminha com dificuldade.</p>



<pre class="wp-block-preformatted">Fonte: <a href="https://www.istoedinheiro.com.br/para-missa-medico-ou-cinema-agencias-oferecem-servico-de-companhia-a-idosos/">https://www.istoedinheiro.com.br/para-missa-medico-ou-cinema-agencias-oferecem-servico-de-companhia-a-idosos/</a></pre>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/concierge/">ISTO É DINHEIRO</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SITE NOVA MATURIDADE</title>
		<link>https://olhe.org.br/simposio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Olhe]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2019 19:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[idosismo]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://olhe.org.br/?p=600</guid>

					<description><![CDATA[<p>Simpósio aborda desafios do envelhecimento ativo O papel do cuidador foi abordado pela profa. dra. Marília Viana Berzins, presidente do&#160;Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento (OLHE) Simpósio aborda desafios do envelhecimento ativo Um dia todo de muito aprendizado sobre quatro pilares do envelhecimento ativo – Cuidados, Informática, Preconceito e Saúde Mental. Foi o que vivenciei ontem acompanhando a terceira edição do Simpósio USP Rumo ao Envelhecimento Ativo, realizado no auditório István Jancsó, da Biblioteca Brasiliana Guita e José Midlin, na USP. Entre os muitos especialistas presentes, destaque para o encerramento com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que no próximo mês completa 88 anos, e José Gregori, que foi ministro da Justiça e fez 88 no ano passado. “Eu tento viver com o máximo de energia que eu posso o momento que eu estou vivendo e pensar no momento do passo seguinte, no que vou fazer amanhã e ter sempre projeto”, afirmou o presidente. Um grande público acompanhou o evento, que foi aberto discutindo o envelhecimento e o cuidado, com mediação da profa. dra. Monica Sanches Yassuda, diretora da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP. A profa. dra. Monica Perracini, do programa de Mestrado e Doutorado em Fisioterapia da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid), destacou a tecnologia, que, segundo ela, cada vez mais é uma importante ferramenta para viver melhor. A longevidade vem atraindo a atenção de startups, com a criação de produtos e serviços que trabalham questões como smart homes (casas inteligentes) e dispositivos de segurança, assistentes digitais de saúde e o acompanhamento social e cognitivo. Para ela, a tecnologia pode ajudar, mas não deveria substituir o contato, que transforma quem recebe e quem oferece o cuidado. A profa. dra. Rosa Yuka Sato Chubaci, do bacharelado em Gerontologia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP, teve como missão desmistificar o cuidado nas instituições de longa permanência para idosos (ILPI). De acordo com ela, estas instituições, antes conhecidas como asilos e hoje chamadas de residenciais, ainda carregam o estereótipo de abandono, mas não indicam necessariamente a exclusão do idoso do contexto social, nem ruptura dos laços sociais e familiares, desde que tenham um ambiente adequado, uma equipe preparada e atividades que atendam às especificidades dos idosos. &#160; O papel do cuidador foi abordado pela profa. dra. Marília Viana Berzins, presidente do&#160;Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento (OLHE)&#160;e coordenadora do curso de formação de Cuidador de Idosos oferecido pela ONG. Ela destacou a importância do cuidado, que é uma consequência da longevidade, e a importância da regulamentação da profissão. Tecnologia O segundo módulo, mediado por Sérgio Werther Duque Estrada, embaixador do Aging 2.0 São Paulo, foi dedicado à informática. Fabio Ota, CEO da&#160;International School of Game, a IS Game, apresentou o trabalho da empresa que ensina adultos 50+ a desenvolver games, contribuindo para o desenvolvimento do raciocínio lógico e a prevenção do declínio cognitivo. O projeto que funciona na Unicamp e tem unidades em São Paulo, foi financiado pela Fapesp. O principal desafio, segundo ele, foi e ainda é o preconceito por parte dos próprios idosos, por isso deve começar a ser trabalhado como projeto Cérebro Ativo, uma academia de ginástica cerebral. A gerontóloga Glaucia Martins de Oliveira Alvarenga abordou os impactos das redes na redução dos riscos de isolamento e solidão. Sua pesquisa indica que com a maior integração, os idosos descobrem novas habilidades. A inclusão digital provoca a atualização e compartilhamento, criando também novas redes de suporte. A relação com o trabalho foi destacada por Mórris Litvak, fundador da&#160;Maturijobs, plataforma digital que faz a ponte entre empresas e profissionais 50+, também com foco na capacitação, encontros presenciais e que deve lançar a Maturiservices para que as pessoas possam oferecer seus serviços de forma pontual para empresas e pessoas físicas. Litvak tratou da necessidade de estar atualizado para manter-se relevante no mercado de trabalho após os 50 anos. E para as empresas, o desafio é enxergar o potencial deste público. Para ele, a tecnologia precisa ser vista como aliada, não como barreira. &#160; Preconceito O módulo sobre preconceito marcou o retorno do evento no período da tarde, com a mediação do prof. dr. Egídio Lima Dórea, organizador do simpósio e coordenador da USP Aberta à Terceira Idade. O prof. dr. Jorge Felix, do&#160;Centro de Estudos da Economia da Longevidade, abordou a tradução do termo “ageism”, criado pelo psiquiatra americano Robert Butler, em 1968. Felix defende que o mais adequado seria adotarmos como “idosismo”, e não “ageísmo” como é utilizado hoje. O termo atual, segundo ele, retira a ênfase da pessoa idosa, nega a velhice, não caracteriza a estigmatização e fragiliza o sujeito político na esfera pública. A consultora organizacional psicodramatista, Izabela Toledo, da FESA Group, trouxe o exemplo de seu avô Celso Falabella de Figueiredo Castro, que faleceu aos 103 anos, e foi lúcido até os cem, para tratar o preconceito no mercado de trabalho. Contando a história do avô, ela destacou as competências que ele tinha e hoje são exigidas pelo mercado: adaptabilidade e resiliência, curiosidade pela vida e aprendizagem, coragem para experimentar e mudar, e relacionamento, sentido de pertencer. Para ela, é preciso vencer os nossos próprios preconceitos, vencer a dificuldade de lidar com o desconhecido, e encarar o novo como uma possibilidade de aprender algo diferente. O preconceito nas instituições de saúde foi destacado pela profa. dra. Ana Cláudia Bonilha, doutoranda em Saúde Coletiva. De acordo com ela, é preciso ajustar o modelo de atendimento ao idoso, rever valores e crenças que causam a discriminação etária e formar profissionais capacitados. Ana Cláudia usou o termo “gerontofobia sanitária” para a aversão do idoso no campo da saúde, que resulta na generalização de dores, uma investigação pouco minuciosa dos sintomas e o preconceito em diagnosticar doenças sexualmente transmissíveis. &#160; Bem-estar Dórea também foi moderador do módulo inicialmente chamado de Saúde Mental, mas renomeado por ele de Bem-estar. A profa. dra. Vera Brandão, da PUC-SP, abordou o envelhecimento como o processo da vida; longevidade, a perspectiva de uma vida mais longa, o longeviver;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/simposio/">SITE NOVA MATURIDADE</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<hr class="wp-block-separator has-text-color has-background has-vivid-cyan-blue-background-color has-vivid-cyan-blue-color is-style-wide"/>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile is-image-fill"><figure class="wp-block-media-text__media" style="background-image:url(https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/17052019_novamaturidade-1024x558.png);background-position:50% 50%"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="558" src="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/17052019_novamaturidade-1024x558.png" alt="" class="wp-image-601 size-large" srcset="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/17052019_novamaturidade-1024x558.png 1024w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/17052019_novamaturidade-300x164.png 300w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/17052019_novamaturidade-768x419.png 768w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/17052019_novamaturidade-1536x837.png 1536w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/17052019_novamaturidade.png 1704w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Simpósio aborda desafios do envelhecimento ativo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O papel do cuidador foi abordado pela profa. dra. Marília Viana Berzins, presidente do&nbsp;Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento (OLHE)</p>
</div></div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<span id="more-600"></span>



<h1 class="wp-block-heading">Simpósio aborda desafios do envelhecimento ativo</h1>



<p class="wp-block-paragraph">Um dia todo de muito aprendizado sobre quatro pilares do envelhecimento ativo – Cuidados, Informática, Preconceito e Saúde Mental. Foi o que vivenciei ontem acompanhando a terceira edição do Simpósio USP Rumo ao Envelhecimento Ativo, realizado no auditório István Jancsó, da Biblioteca Brasiliana Guita e José Midlin, na USP. Entre os muitos especialistas presentes, destaque para o encerramento com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que no próximo mês completa 88 anos, e José Gregori, que foi ministro da Justiça e fez 88 no ano passado. “Eu tento viver com o máximo de energia que eu posso o momento que eu estou vivendo e pensar no momento do passo seguinte, no que vou fazer amanhã e ter sempre projeto”, afirmou o presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um grande público acompanhou o evento, que foi aberto discutindo o envelhecimento e o cuidado, com mediação da profa. dra. Monica Sanches Yassuda, diretora da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP. A profa. dra. Monica Perracini, do programa de Mestrado e Doutorado em Fisioterapia da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid), destacou a tecnologia, que, segundo ela, cada vez mais é uma importante ferramenta para viver melhor. A longevidade vem atraindo a atenção de startups, com a criação de produtos e serviços que trabalham questões como smart homes (casas inteligentes) e dispositivos de segurança, assistentes digitais de saúde e o acompanhamento social e cognitivo. Para ela, a tecnologia pode ajudar, mas não deveria substituir o contato, que transforma quem recebe e quem oferece o cuidado.</p>



<figure class="wp-block-image is-style-default"><img decoding="async" src="https://cdn.shortpixel.ai/client/to_avif,q_glossy,ret_img/https://novamaturidade.com.br/wp-content/uploads/2019/05/IMG_8789-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-390"/><figcaption>Primeiro módulo contou com as professoras Monica Perracini, Monica Yassuda, Marília Berzins e Rosa Chubaci (Fotos: Katia Brito)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A profa. dra. Rosa Yuka Sato Chubaci, do bacharelado em Gerontologia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP, teve como missão desmistificar o cuidado nas instituições de longa permanência para idosos (ILPI). De acordo com ela, estas instituições, antes conhecidas como asilos e hoje chamadas de residenciais, ainda carregam o estereótipo de abandono, mas não indicam necessariamente a exclusão do idoso do contexto social, nem ruptura dos laços sociais e familiares, desde que tenham um ambiente adequado, uma equipe preparada e atividades que atendam às especificidades dos idosos. &nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>O papel do cuidador foi abordado pela profa. dra. Marília Viana Berzins, presidente do&nbsp;<a href="http://olhe.org.br/">Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento (OLHE)</a>&nbsp;e coordenadora do curso de formação de Cuidador de Idosos oferecido pela ONG. Ela destacou a importância do cuidado, que é uma consequência da longevidade, e a importância da regulamentação da profissão.</p></blockquote>



<h1 class="wp-block-heading" style="font-size:50px"><strong>Tecnologia</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo módulo, mediado por Sérgio Werther Duque Estrada, embaixador do Aging 2.0 São Paulo, foi dedicado à informática. Fabio Ota, CEO da&nbsp;International School of Game, a IS Game, apresentou o trabalho da empresa que ensina adultos 50+ a desenvolver games, contribuindo para o desenvolvimento do raciocínio lógico e a prevenção do declínio cognitivo. O projeto que funciona na Unicamp e tem unidades em São Paulo, foi financiado pela Fapesp. O principal desafio, segundo ele, foi e ainda é o preconceito por parte dos próprios idosos, por isso deve começar a ser trabalhado como projeto Cérebro Ativo, uma academia de ginástica cerebral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A gerontóloga Glaucia Martins de Oliveira Alvarenga abordou os impactos das redes na redução dos riscos de isolamento e solidão. Sua pesquisa indica que com a maior integração, os idosos descobrem novas habilidades. A inclusão digital provoca a atualização e compartilhamento, criando também novas redes de suporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação com o trabalho foi destacada por Mórris Litvak, fundador da&nbsp;Maturijobs, plataforma digital que faz a ponte entre empresas e profissionais 50+, também com foco na capacitação, encontros presenciais e que deve lançar a Maturiservices para que as pessoas possam oferecer seus serviços de forma pontual para empresas e pessoas físicas. Litvak tratou da necessidade de estar atualizado para manter-se relevante no mercado de trabalho após os 50 anos. E para as empresas, o desafio é enxergar o potencial deste público. Para ele, a tecnologia precisa ser vista como aliada, não como barreira. &nbsp;</p>



<h1 class="wp-block-heading" style="font-size:50px"><strong>Preconceito</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">O módulo sobre preconceito marcou o retorno do evento no período da tarde, com a mediação do prof. dr. Egídio Lima Dórea, organizador do simpósio e coordenador da USP Aberta à Terceira Idade. O prof. dr. Jorge Felix, do&nbsp;Centro de Estudos da Economia da Longevidade, abordou a tradução do termo “ageism”, criado pelo psiquiatra americano Robert Butler, em 1968. Felix defende que o mais adequado seria adotarmos como “idosismo”, e não “ageísmo” como é utilizado hoje. O termo atual, segundo ele, retira a ênfase da pessoa idosa, nega a velhice, não caracteriza a estigmatização e fragiliza o sujeito político na esfera pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A consultora organizacional psicodramatista, Izabela Toledo, da FESA Group, trouxe o exemplo de seu avô Celso Falabella de Figueiredo Castro, que faleceu aos 103 anos, e foi lúcido até os cem, para tratar o preconceito no mercado de trabalho. Contando a história do avô, ela destacou as competências que ele tinha e hoje são exigidas pelo mercado: adaptabilidade e resiliência, curiosidade pela vida e aprendizagem, coragem para experimentar e mudar, e relacionamento, sentido de pertencer. Para ela, é preciso vencer os nossos próprios preconceitos, vencer a dificuldade de lidar com o desconhecido, e encarar o novo como uma possibilidade de aprender algo diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O preconceito nas instituições de saúde foi destacado pela profa. dra. Ana Cláudia Bonilha, doutoranda em Saúde Coletiva. De acordo com ela, é preciso ajustar o modelo de atendimento ao idoso, rever valores e crenças que causam a discriminação etária e formar profissionais capacitados. Ana Cláudia usou o termo “gerontofobia sanitária” para a aversão do idoso no campo da saúde, que resulta na generalização de dores, uma investigação pouco minuciosa dos sintomas e o preconceito em diagnosticar doenças sexualmente transmissíveis. &nbsp;</p>



<h1 class="wp-block-heading" style="font-size:50px"><strong>Bem-estar</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">Dórea também foi moderador do módulo inicialmente chamado de Saúde Mental, mas renomeado por ele de Bem-estar. A profa. dra. Vera Brandão, da PUC-SP, abordou o envelhecimento como o processo da vida; longevidade, a perspectiva de uma vida mais longa, o longeviver; espiritualidade, como sentido de vida, a capacidade de dialogar com o eu profundo e entrar em harmonia com os apelos que vêm da interioridade, citando o padre Léo Pessini, e religiosidade, termo para as religiões instituídas, como cristianismo e judaísmo. Vera destacou que é preciso respeitar o poder das crenças e utilizá-las para acelerar a cura e a recuperação de idosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rui Afonso, do Grupo de Bem-Estar e Práticas Contemplativas do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, abordou meditação, qualidade de vida e estresse. Segundo ele, um novo estilo de vida, atividade física e alimentação pode retirar a pessoa do envelhecimento mal sucedido, assim como o estresse pode causar ou agravar a maior parte das doenças e são muitos os estímulos que “agridem o organismo”, como trânsito e excesso de trabalho. Ele ressaltou os aspectos positivos da atenção sustentada na prática contemplativa, quando a pessoa se concentra e relaxa a lógica, ou seja, não analisa, não julga e não cria expectativas.</p>



<h1 class="wp-block-heading" style="font-size:50px"><strong>Exemplos</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">E para o encerramento, o tema “Envelhecimento e Propósito”, contou com a participação do ex-presidente&nbsp;Fernando Henrique Cardoso&nbsp;e de&nbsp;José Gregori&nbsp;(clique para assistir trechos da palestra). “São as coisas realmente importantes que ficam, elas é que dão saudade. Então de repente você vê que o sorriso que uma criança deu num determinado momento é uma coisa insubstituível, e que a recordação desse momento faz você esquecer o que você acabou de ver e ouvir no Jornal Nacional”, disse Gregori. Para ele, o momento é de requalificar, redimensionar, repensar as coisas, e perceber que ao que se dedicou, os Direitos Humanos, valeu a pena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o ex-presidente, a vida é feita de acasos, acasos que o levaram a Presidência após realizar seu sonho de ser professor na USP e em outras instituições. Ele destacou a importância de dar sentido a vida, viver a plenitude de cada momento, manter uma jovialidade espiritual, a capacidade de entender o que está mudando, diante das enormes &nbsp;transformações do mundo, e em vez de pensar no que passou, ficar aspirando o que vai acontecer, o que pode ser feito e fazer com satisfação. (Katia Brito)</p>



<pre class="wp-block-preformatted">Fonte: https://novamaturidade.com.br/2019/05/17/simposio-aborda-desafios-do-envelhecimento-ativo/</pre>
<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/simposio/">SITE NOVA MATURIDADE</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
