<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de evitarsolidao - Olhe</title>
	<atom:link href="https://olhe.org.br/tag/evitarsolidao-2/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://olhe.org.br/tag/evitarsolidao-2/</link>
	<description>Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento</description>
	<lastBuildDate>Fri, 22 Jan 2021 01:29:27 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2025/11/favicon-16x16-1.webp</url>
	<title>Arquivo de evitarsolidao - Olhe</title>
	<link>https://olhe.org.br/tag/evitarsolidao-2/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>ISTO É DINHEIRO</title>
		<link>https://olhe.org.br/concierge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Olhe]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2019 01:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[companhiaidoso]]></category>
		<category><![CDATA[concierge]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[evitarsolidao]]></category>
		<category><![CDATA[gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[longevidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://olhe.org.br/?p=643</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para missa, médico ou cinema, agências oferecem serviço de companhia a idosos Sempre que precisa ir ao médico para um exame nos olhos, Amarylis Ferreira, de 80 anos, tem companhia. Mas não da filha ou de um neto. Quem a ampara é uma “concierge” A palavra francesa é requintada, mas revela uma necessidade corriqueira: a de evitar a solidão e proporcionar autonomia a idosos saudáveis no cenário de aumento da longevidade no Brasil. “Ela faz toda parte que minhas filhas fariam se não tivessem de trabalhar. Ajuda a entrar no carro, ouve o que o médico tem a dizer para ver se não esqueço nada”, conta Amarylis. “Não é uma pessoa que fiscaliza, mas ajuda a ter noção do que está acontecendo. A gente sente que está mais dona de si.” Difundidos no exterior, em países como Inglaterra e Estados Unidos, serviços de concierge para idosos chegam ao Brasil atrás de uma fatia do mercado que não para de crescer. As iniciativas se destinam a idosos sem limitações físicas ou cognitivas graves, mas que desejam apoio para continuar fazendo atividades, como ir à feira, consultas, gerir contas ou passear. A contratação quase sempre parte dos filhos, atarefados com crianças ou o trabalho. “Minha mãe estava muito fechada em casa”, diz Cristina Ferreira, de 57 anos, filha de Amarylis. Recepcionista, está sempre ocupada com o trabalho ou atividades voluntárias. Já a irmã passa o dia todo no serviço. Antes das idas ao médico, Amarylis começou a sair com a concierge para escapadas culturais e aventuras gastronômicas, em grupos pequenos – outras idosas, também clientes da assessora contratada, podem se juntar ao programa. “Passeio com filho é bom, mas fica restrito ao assunto familiar”, diz. “(No grupo da concierge) ninguém critica, dosa. A família fica sabendo o que eu quiser contar.” Luciene Bottiglieri, de 48 anos, atua como concierge na zona sul de São Paulo desde 2018. Os serviços, pagos por hora (três horas saem por R$ 230), podem incluir de aulas para desvendar o WhatsApp a companhia para caminhadas. “O idoso não quer só artesanato. Ele está no Facebook, Instagram, quer novidades”, afirma. Luciene já levou um grupo para conhecer um cabaré underground no centro – e também foi acompanhante em eventos tradicionais, como a missa de domingo. “Meu pai é bastante católico, mas nós (filhos) não temos o hábito de frequentar missas. Ele se sentia mal de ir conosco, sabia que não era interesse nosso. E eu me sentia mal porque sabia que ele gostaria de ir”, diz Regina Salvetti, de 60 anos, filha de Fortunato Oliveira, de 94. Viúvo, ele é lúcido – lê jornais todos os dias -, mas caminha com dificuldade. Fonte: https://www.istoedinheiro.com.br/para-missa-medico-ou-cinema-agencias-oferecem-servico-de-companhia-a-idosos/</p>
<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/concierge/">ISTO É DINHEIRO</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<hr class="wp-block-separator has-text-color has-background has-vivid-cyan-blue-background-color has-vivid-cyan-blue-color is-style-wide"/>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile is-image-fill"><figure class="wp-block-media-text__media" style="background-image:url(https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/istoedinheiro.png);background-position:55.00000000000001% 40%"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="872" height="430" src="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/istoedinheiro.png" alt="" class="wp-image-644 size-large" srcset="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/istoedinheiro.png 872w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/istoedinheiro-300x148.png 300w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/istoedinheiro-768x379.png 768w" sizes="(max-width: 872px) 100vw, 872px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Para missa, médico ou cinema, agências oferecem serviço de companhia a idosos</p>



<p>Sempre que precisa ir ao médico para um exame nos olhos, Amarylis Ferreira, de 80 anos, tem companhia. Mas não da filha ou de um neto. </p>
</div></div>



<p></p>



<span id="more-643"></span>



<p><strong>Quem a ampara é uma “concierge”</strong> A palavra francesa é requintada, mas revela uma necessidade corriqueira: a de evitar a solidão e proporcionar autonomia a idosos saudáveis no cenário de aumento da longevidade no Brasil.</p>



<p>“Ela faz toda parte que minhas filhas fariam se não tivessem de trabalhar. Ajuda a entrar no carro, ouve o que o médico tem a dizer para ver se não esqueço nada”, conta Amarylis. “Não é uma pessoa que fiscaliza, mas ajuda a ter noção do que está acontecendo. A gente sente que está mais dona de si.”</p>



<p>Difundidos no exterior, em países como Inglaterra e Estados Unidos, serviços de concierge para idosos chegam ao Brasil atrás de uma fatia do mercado que não para de crescer. As iniciativas se destinam a idosos sem limitações físicas ou cognitivas graves, mas que desejam apoio para continuar fazendo atividades, como ir à feira, consultas, gerir contas ou passear. A contratação quase sempre parte dos filhos, atarefados com crianças ou o trabalho.</p>



<p>“Minha mãe estava muito fechada em casa”, diz Cristina Ferreira, de 57 anos, filha de Amarylis. Recepcionista, está sempre ocupada com o trabalho ou atividades voluntárias. Já a irmã passa o dia todo no serviço. Antes das idas ao médico, Amarylis começou a sair com a concierge para escapadas culturais e aventuras gastronômicas, em grupos pequenos – outras idosas, também clientes da assessora contratada, podem se juntar ao programa. “Passeio com filho é bom, mas fica restrito ao assunto familiar”, diz. “(No grupo da concierge) ninguém critica, dosa. A família fica sabendo o que eu quiser contar.”</p>



<p>Luciene Bottiglieri, de 48 anos, atua como concierge na zona sul de São Paulo desde 2018. Os serviços, pagos por hora (três horas saem por R$ 230), podem incluir de aulas para desvendar o WhatsApp a companhia para caminhadas. “O idoso não quer só artesanato. Ele está no Facebook, Instagram, quer novidades”, afirma. Luciene já levou um grupo para conhecer um cabaré underground no centro – e também foi acompanhante em eventos tradicionais, como a missa de domingo.</p>



<p>“Meu pai é bastante católico, mas nós (filhos) não temos o hábito de frequentar missas. Ele se sentia mal de ir conosco, sabia que não era interesse nosso. E eu me sentia mal porque sabia que ele gostaria de ir”, diz Regina Salvetti, de 60 anos, filha de Fortunato Oliveira, de 94. Viúvo, ele é lúcido – lê jornais todos os dias -, mas caminha com dificuldade.</p>



<pre class="wp-block-preformatted">Fonte: <a href="https://www.istoedinheiro.com.br/para-missa-medico-ou-cinema-agencias-oferecem-servico-de-companhia-a-idosos/">https://www.istoedinheiro.com.br/para-missa-medico-ou-cinema-agencias-oferecem-servico-de-companhia-a-idosos/</a></pre>



<p></p>
<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/concierge/">ISTO É DINHEIRO</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
