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	<title>Arquivo de avanço - Olhe</title>
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	<description>Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento</description>
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	<title>Arquivo de avanço - Olhe</title>
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		<title>CASA DE MÃE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Olhe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2020 20:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[avanço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Envelhecer é uma conquista No Dia Internacional do Idoso, é preciso ressaltar necessidade de políticas públicas e celebrar a longevidade. Há grandes avanços nas políticas públicas de proteção social ao idoso no Brasil. Tais avanços foram definidos na Constituição de 1988, que ofereceu aos cidadãos regras e princípios até então distantes da maioria absoluta da população. São exemplos destas conquistas, aquelas que estão referidas nas políticas de seguridade social, ou seja, previdência, assistência social e saúde. São políticas estruturantes na defesa das condições de vida de quem mais precisa da presença e proteção do Estado. Entretanto, devido às questões de desigualdade social e econômica predominante no cenário nacional, nem todos os brasileiros são contemplados nas suas necessidades integrais e muitos ainda vivem na precariedade e exclusão social. O Brasil, através dos seus municípios, tem um marco legal bem avançado para atender e proteger a população idosa, mas na prática, age como se fosse ainda um país jovem. É um país que ainda não se comprometeu com a demanda deste segmento etário. Eis aí um desafio. O país precisa se preparar hoje para responder as necessidades da população idosa que já é presente, como também se preparar adequadamente para receber a que está envelhecendo e que terá um impacto muito grande na vida social, sobretudo na política de cuidados de média, curta e longa duração. O Sistema de Garantia de Direitos, composto pelo conjunto de políticas públicas e sociais, incluindo, por exemplo, o SUS – Sistema Único de Saúde; e o SUAS – Sistema Único de Assistência Social é o instrumento do Estado para garantir direitos. Só que vivemos num Estado de desproteção social na medida em que o Estado brasileiro não garante aos cidadãos idosos o acesso gratuito e universal às políticas já consolidadas no sistema, que deveriam proteger os cidadãos mais vulneráveis. Ou seja, as proteções sociais não estão dando conta de atender a população idosa. Preocupa-nos transformar a conquista da longevidade em problema social, como tem sido evidenciado no discurso de economistas e gestores públicos. Temos muitos desafios a serem vencidos quando pensamos em políticas públicas e sociais para a população que envelhece. O modelo público de política pública ainda se fundamenta no familismo. Tais práticas se expressam principalmente na política de assistência social e se caracteriza na família como pilar central, como foco principal da ação, tomando-a como espaço privilegiado de proteção dos seus membros, independente do seu modelo. Ao Estado, cabe intervir somente quando a família falha. Além de dar a família o principal papel de cuidar da pessoa idosa, o modelo familista reforça a desigualdade de gênero, à medida que sobrecarrega a responsabilidade da mulher na proteção da sua família, sem o devido amparo do Estado. O futuro do Brasil é a velhice! E o que o Brasil precisa é de políticas públicas para atender seus cidadãos idosos. Se tivéssemos no território nacional, a partir dos entes federados, União, Estados, Distrito Federal e dos 5.570 municípios a efetiva implantação do que já está previsto no marco legal, incluído o Estatuto do Idoso, já seria um grande avanço. Precisamos sim, de políticas de Estado para as pessoas idosas e não políticas de governo que podem se equivocar, inclusive quanto a autonomia das pessoas idosas, que podem desejar morar ou não como suas famílias. Por um Brasil que reconheça a velhice como conquista social da humanidade. Envelhecer com dignidade, direito humano fundamental. *Marília Viana Berzins é doutora em Saúde Pública, mestre em Gerontologia Social e presidente do&#160;OLHE. Fonte: http://www.casademae.blog.br/tag/marilia-berzins/</p>
<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/envelhecer/">CASA DE MÃE</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
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<p><strong>Envelhecer é uma conquista</strong></p>



<p>No Dia Internacional do Idoso, é preciso ressaltar necessidade de políticas públicas e celebrar a longevidade. </p>



<p>Há grandes avanços nas políticas públicas de proteção social ao idoso no Brasil.</p>
</div></div>



<p></p>



<span id="more-608"></span>



<p>Tais avanços foram definidos na Constituição de 1988, que ofereceu aos cidadãos regras e princípios até então distantes da maioria absoluta da população.</p>



<p>São exemplos destas conquistas, aquelas que estão referidas nas políticas de seguridade social, ou seja, previdência, assistência social e saúde. São políticas estruturantes na defesa das condições de vida de quem mais precisa da presença e proteção do Estado. Entretanto, devido às questões de desigualdade social e econômica predominante no cenário nacional, nem todos os brasileiros são contemplados nas suas necessidades integrais e muitos ainda vivem na precariedade e exclusão social.</p>



<h3 class="has-text-align-center has-background has-huge-font-size wp-block-heading" style="background-color:#e9e9e9">O Brasil, através dos seus municípios, tem um marco legal bem avançado para atender e proteger a população idosa, mas na prática, age como se fosse ainda um país jovem. É um país que ainda não se comprometeu com a demanda deste segmento etário.</h3>



<p>Eis aí um desafio. O país precisa se preparar hoje para responder as necessidades da população idosa que já é presente, como também se preparar adequadamente para receber a que está envelhecendo e que terá um impacto muito grande na vida social, sobretudo na política de cuidados de média, curta e longa duração.</p>



<p>O Sistema de Garantia de Direitos, composto pelo conjunto de políticas públicas e sociais, incluindo, por exemplo, o SUS – Sistema Único de Saúde; e o SUAS – Sistema Único de Assistência Social é o instrumento do Estado para garantir direitos. Só que vivemos num Estado de desproteção social na medida em que o Estado brasileiro não garante aos cidadãos idosos o acesso gratuito e universal às políticas já consolidadas no sistema, que deveriam proteger os cidadãos mais vulneráveis. Ou seja, as proteções sociais não estão dando conta de atender a população idosa. Preocupa-nos transformar a conquista da longevidade em problema social, como tem sido evidenciado no discurso de economistas e gestores públicos.</p>



<h2 class="has-text-align-center has-background has-huge-font-size wp-block-heading" style="background-color:#e9e9e9">Temos muitos desafios a serem vencidos quando pensamos em políticas públicas e sociais para a população que envelhece. O modelo público de política pública ainda se fundamenta no familismo.</h2>



<p>Tais práticas se expressam principalmente na política de assistência social e se caracteriza na família como pilar central, como foco principal da ação, tomando-a como espaço privilegiado de proteção dos seus membros, independente do seu modelo. Ao Estado, cabe intervir somente quando a família falha.</p>



<p>Além de dar a família o principal papel de cuidar da pessoa idosa, o modelo familista reforça a desigualdade de gênero, à medida que sobrecarrega a responsabilidade da mulher na proteção da sua família, sem o devido amparo do Estado.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h1 class="has-text-align-center has-text-color has-huge-font-size wp-block-heading" style="color:#5aa5e0">O futuro do Brasil é a velhice! E o que o Brasil precisa é de políticas públicas para atender seus cidadãos idosos.</h1>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Se tivéssemos no território nacional, a partir dos entes federados, União, Estados, Distrito Federal e dos 5.570 municípios a efetiva implantação do que já está previsto no marco legal, incluído o Estatuto do Idoso, já seria um grande avanço. Precisamos sim, de políticas de Estado para as pessoas idosas e não políticas de governo que podem se equivocar, inclusive quanto a autonomia das pessoas idosas, que podem desejar morar ou não como suas famílias.</p>



<p>Por um Brasil que reconheça a velhice como conquista social da humanidade. Envelhecer com dignidade, direito humano fundamental.</p>



<p><strong><em>*Marília Viana Berzins é doutora em Saúde Pública, mestre em Gerontologia Social e presidente do&nbsp;<a href="http://olhe.org.br/">OLHE</a>.</em></strong></p>



<pre class="wp-block-preformatted">Fonte: <a href="http://www.casademae.blog.br/tag/marilia-berzins/">http://www.casademae.blog.br/tag/marilia-berzins/</a></pre>



<p></p>
<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/envelhecer/">CASA DE MÃE</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
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