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	<title>Arquivo de Notícias - Olhe</title>
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	<description>Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento</description>
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	<title>Arquivo de Notícias - Olhe</title>
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		<title></title>
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		<dc:creator><![CDATA[Olhe]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 14:29:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Olhe na Mídia</p>
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<h1 class="has-text-align-center has-text-color wp-block-heading" style="color:#404040;font-size:50px">    <strong>Olhe na Mídia</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>SPTV &#8211; Globo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Olhe]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 21:35:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: SPTV / Globo</p>
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<pre class="wp-block-preformatted">Fonte: SPTV / Globo</pre>



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		<title>Band &#8211; Jornal da Noite</title>
		<link>https://olhe.org.br/band-jornal-da-noite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Olhe]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 21:17:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Denúncias de violência contra idosos crescem 25% e maioria ocorre em casa Negligência, agressão física, violência psicológica e abuso financeiro estão entre as formas mais comuns, e especialistas cobram do Estado uma rede de proteção efetiva O Brasil registrou cerca de 180 mil denúncias de violência contra pessoas idosas só no ano passado, um aumento de mais de 25% em relação a 2023. A maior parte dos casos acontece dentro de casa, e os filhos aparecem como os principais agressores. Além das agressões físicas, negligência, violência psicológica e abuso financeiro estão entre as formas mais comuns de violência contra esse público. Garantir a independência dos idosos é um dos principais desafios do envelhecimento, e ele se torna ainda mais importante justamente porque os casos de violência acontecem, na maioria das vezes, no ambiente doméstico. Envelhecer com autonomia vai muito além de conseguir realizar as tarefas do dia a dia: envolve qualidade de vida, convívio social e liberdade para fazer escolhas, o que ajuda a reduzir situações de vulnerabilidade. Nesse contexto, iniciativas que estimulam a atividade física e o convívio ganham espaço na capital paulista e em outras cidades. Uma delas é o walking football, modalidade de futebol adaptada em que se joga caminhando, e não correndo. O ritmo do jogo é mais lento, mas isso não significa falta de intensidade. A proposta é incentivar a prática de atividade física entre pessoas com mais idade. O cuidado com esse público é urgente diante dos números. A violência contra idosos ainda é cercada de silêncio, muitas vezes porque as próprias vítimas normalizam as agressões. Segundo Marilia Viana Berzins, especialista em gerontologia, essa percepção equivocada impede que muitos denunciem. &#8220;Muitos idosos pensam que é normal da idade, olha que absurdo, ser maltratado, ser desrespeitado, não ser reconhecido, e isso, inclusive, inibe ele a procurar ajuda&#8221;, diz. Casos recentes reforçam que boa parte da violência parte de pessoas próximas, como no episódio em que um&#160;filho foi preso suspeito de agredir a mãe de 94 anos. A tendência de alta também vinha sendo registrada em anos anteriores, quando as&#160;denúncias de violência contra idosos aumentaram no país, acompanhando a maior exposição de vítimas dentro do próprio lar. Para especialistas, a mudança desse cenário depende de uma resposta estrutural. Marilia defende que o enfrentamento passa pela responsabilização do poder público. &#8220;A gente precisa ter uma rede de proteção efetiva assumida principalmente pelo Estado brasileiro na proteção aos direitos das pessoas idosas&#8221;, afirma. Fonte: https://www.band.com.br/noticias/jornal-da-noite/ultimas/denuncias-de-violencia-contra-idosos-crescem-25-e-maioria-ocorre-em-casa-202607070209</p>
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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img data-dominant-color="aca5a1" data-has-transparency="false" style="--dominant-color: #aca5a1;" fetchpriority="high" decoding="async" width="916" height="807" src="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2026/07/band.avif" alt="" class="wp-image-4100 size-large not-transparent" srcset="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2026/07/band.avif 916w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2026/07/band-300x264.avif 300w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2026/07/band-768x677.avif 768w" sizes="(max-width: 916px) 100vw, 916px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<h3 class="wp-block-heading">Denúncias de violência contra idosos crescem 25% e maioria ocorre em casa</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Negligência, agressão física, violência psicológica e abuso financeiro estão entre as formas mais comuns, e especialistas cobram do Estado uma rede de proteção efetiva</p>
</div></div>



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<p class="wp-block-paragraph">O Brasil registrou cerca de <strong>180 mil denúncias de violência contra pessoas idosas</strong> só no ano passado, um <strong>aumento de mais de 25% </strong>em relação a 2023. A maior parte dos casos acontece dentro de casa, e os filhos aparecem como os principais agressores. Além das agressões físicas, negligência, violência psicológica e abuso financeiro estão entre as formas mais comuns de violência contra esse público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Garantir a independência dos idosos é um dos principais desafios do envelhecimento, e ele se torna ainda mais importante justamente porque os casos de violência acontecem, na maioria das vezes, no ambiente doméstico. Envelhecer com autonomia vai muito além de conseguir realizar as tarefas do dia a dia: envolve qualidade de vida, convívio social e liberdade para fazer escolhas, o que ajuda a reduzir situações de vulnerabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, iniciativas que estimulam a atividade física e o convívio ganham espaço na capital paulista e em outras cidades. Uma delas é o <strong>walking football</strong>, modalidade de futebol adaptada em que se joga caminhando, e não correndo. O ritmo do jogo é mais lento, mas isso não significa falta de intensidade. A proposta é incentivar a prática de atividade física entre pessoas com mais idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cuidado com esse público é urgente diante dos números. A violência contra idosos ainda é cercada de silêncio, muitas vezes porque as próprias vítimas normalizam as agressões. Segundo Marilia Viana Berzins, especialista em gerontologia, essa percepção equivocada impede que muitos denunciem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Muitos idosos pensam que é normal da idade, olha que absurdo, ser maltratado, ser desrespeitado, não ser reconhecido, e isso, inclusive, inibe ele a procurar ajuda&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Casos recentes reforçam que boa parte da violência parte de pessoas próximas, como no episódio em que um&nbsp;<a href="https://www.band.com.br/band-parana/noticias/filho-e-preso-suspeito-de-agredir-mae-de-94-anos-em-cascavel-202605180843">filho foi preso suspeito de agredir a mãe de 94 anos</a>. A tendência de alta também vinha sendo registrada em anos anteriores, quando as&nbsp;<a href="https://www.band.com.br/noticias/bora-brasil/ultimas/denuncias-de-violencia-contra-idosos-aumentam-20-em-2024-202406201022">denúncias de violência contra idosos aumentaram no país</a>, acompanhando a maior exposição de vítimas dentro do próprio lar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para especialistas, a mudança desse cenário depende de uma resposta estrutural. Marilia defende que o enfrentamento passa pela responsabilização do poder público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A gente precisa ter uma rede de proteção efetiva assumida principalmente pelo Estado brasileiro na proteção aos direitos das pessoas idosas&#8221;, afirma.</p>



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<pre class="wp-block-preformatted">Fonte: https://www.band.com.br/noticias/jornal-da-noite/ultimas/denuncias-de-violencia-contra-idosos-crescem-25-e-maioria-ocorre-em-casa-202607070209</pre>



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		<title>Opinião &#8211; TV Cultura</title>
		<link>https://olhe.org.br/opiniao-tv-cultura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Olhe]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 21:29:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Opinião discute sobre o processo de envelhecer sozinho e seus desafios nesta sexta-feira (17) Programa recebe profissionais das áreas da saúde e dos direitos humanos O&#160;Opinião&#160;aborda o processo de envelhecer sozinho e os desafios que essa realidade impõe. A edição inédita&#160;vai ao ar nesta sexta-feira (17),&#160;às&#160;20h30, com apresentação de&#160;Rita Lisauskas, na&#160;TV Cultura. O número de idosos que vivem sozinhos cresce no&#160;Brasil, mas o tema ainda é cercado de silêncio e preconceito. Como encarar o envelhecimento sem uma rede familiar de apoio? A solidão prolongada pode trazer impactos ao corpo e ao cérebro, mas também abre espaço para novas formas de viver a terceira idade com autonomia. A proposta é refletir sobre esse fenômeno e discutir alternativas para garantir bem-estar e dignidade a quem envelhece sozinho. Para falar sobre o assunto, o programa recebe o neurologista especialista em cognição, comportamento e neuropsiquiatria&#160;Ivar Brandi&#160;e a assistente social e especialista em gerontologia&#160;Marília Berzins. De maneira remota, a conversa conta com a participação de&#160;Luis Baron, presidente da ONG EternamenteSou, que atua em defesa dos direitos, do acolhimento e da dignidade das pessoas idosas e LGBTQIAPN+.&#160; Muitas delas, ao envelhecer, acabam precisando retornar à casa de uma família que nunca respeitou sua orientação sexual, em busca de cuidados. Fonte: https://cultura.uol.com.br/entretenimento/noticias/2025/10/15/14978_opiniao-discute-o-processo-de-envelhecer-sozinho-e-seus-desafios-nesta-sexta-17-na-tv-cultura.html</p>
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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:46% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img data-dominant-color="9b928c" data-has-transparency="false" style="--dominant-color: #9b928c;" decoding="async" width="410" height="412" src="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2026/07/opiniao.avif" alt="" class="wp-image-4104 size-large not-transparent" srcset="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2026/07/opiniao.avif 410w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2026/07/opiniao-300x300.avif 300w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2026/07/opiniao-150x150.avif 150w" sizes="(max-width: 410px) 100vw, 410px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<h3 class="wp-block-heading">Opinião discute sobre o processo de envelhecer sozinho e seus desafios nesta sexta-feira (17)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Programa recebe profissionais das áreas da saúde e dos direitos humanos</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<strong>Opinião&nbsp;</strong>aborda o processo de envelhecer sozinho e os desafios que essa realidade impõe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A edição inédita&nbsp;vai ao ar nesta sexta-feira (17),&nbsp;às<strong>&nbsp;20h30</strong>, com apresentação de&nbsp;<strong>Rita Lisauskas</strong>, na&nbsp;<strong>TV Cultura</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de idosos que vivem sozinhos cresce no&nbsp;<strong>Brasil</strong>, mas o tema ainda é cercado de silêncio e preconceito. Como encarar o envelhecimento sem uma rede familiar de apoio?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solidão prolongada pode trazer impactos ao corpo e ao cérebro, mas também abre espaço para novas formas de viver a terceira idade com autonomia. A proposta é refletir sobre esse fenômeno e discutir alternativas para garantir bem-estar e dignidade a quem envelhece sozinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para falar sobre o assunto, o programa recebe o neurologista especialista em cognição, comportamento e neuropsiquiatria<strong>&nbsp;Ivar Brandi</strong>&nbsp;e a assistente social e especialista em gerontologia&nbsp;<strong>Marília Berzins</strong>. De maneira remota, a conversa conta com a participação de<strong>&nbsp;Luis Baron</strong>, presidente da ONG EternamenteSou, que atua em defesa dos direitos, do acolhimento e da dignidade das pessoas idosas e LGBTQIAPN+.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas delas, ao envelhecer, acabam precisando retornar à casa de uma família que nunca respeitou sua orientação sexual, em busca de cuidados.</p>



<pre class="wp-block-preformatted">Fonte: https://cultura.uol.com.br/entretenimento/noticias/2025/10/15/14978_opiniao-discute-o-processo-de-envelhecer-sozinho-e-seus-desafios-nesta-sexta-17-na-tv-cultura.html</pre>



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<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/opiniao-tv-cultura/">Opinião &#8211; TV Cultura</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
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		<title>BBC News Brasil</title>
		<link>https://olhe.org.br/bbc-news-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Olhe]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 15:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O peso sobre a &#8216;geração sanduíche&#8217;, que cuida ao mesmo tempo de pais idosos, filhos e netos Mudanças sociais demográficas deixam mais pessoas &#8216;comprimidas&#8217; pelo cuidado multigeracional &#8211; com crianças e idosos ao mesmo tempo Faz dez anos que a paranaense Lady Daiane de Vargas Flores cuida em tempo integral da mãe, que sofre de demência. Dona Maria Joana tem 68 anos e já não fala, não anda nem se alimenta sozinha. “Ela virou um bebê total”, explica Daiane, 39 anos, à BBC News Brasil. A pior fase da doença de dona Maria Joana aconteceu justamente quando Daiane estava, ela própria, prestes a virar mãe — grávida de um menino que hoje tem 7 anos. “Quando você vai ganhar um bebê, quer que a sua mãe esteja ao seu lado. Mas, comigo, o que aconteceu é que virei órfã de mãe e passei a ter uma filha a mais.” Daiane não está sozinha no desafio de cuidar simultaneamente de duas gerações: mudanças demográficas e sociais em curso no mundo inteiro tornam cada vez mais comum que famílias, em especial mulheres, sejam “prensadas”, ao mesmo tempo, pelas demandas tanto de pais idosos que necessitam de cuidado quanto de filhos — ou mesmo netos — que também requerem atenção constante e sustento financeiro. O nome dado a isso, internacionalmente, é o de “geração sanduíche” — que ganha contornos ainda mais complexos no Brasil (veja mais detalhes abaixo na reportagem). Nos Estados Unidos, por exemplo, uma&#160;pesquisa do centro Pew&#160;estimou que quase um em cada quatro adultos americanos potencialmente se encaixa nessa definição — ou seja, tem responsabilidades tanto com pais idosos com mais de 65 anos quanto com filhos menores de idade (ou maiores de 18 anos, mas ainda financeiramente dependentes). A faixa etária mais propensa a ser “ensanduichada” é a dos 40 anos: mais da metade (54%) dos americanos nessa idade tem pais e filhos que possivelmente demandam cuidados ou ajuda financeira. Não há estatísticas precisas sobre o fenômeno no Brasil, segundo especialistas consultados pela reportagem. Dados da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio Contínua (Pnad Contínua) do IBGE em 2019 apontam que&#160;54,1 milhões de brasileiros&#160;com 14 anos ou mais cuidavam de outros moradores da sua casa ou de outros parentes — mas não se sabe ao certo quantos cuidam de duas gerações ao mesmo tempo. A despeito disso, a expectativa é de que o fenômeno da “geração sanduíche” se torne mais comum em um futuro próximo, como explicam as pesquisadoras brasileiras Simone Wajnman e Jordana Cristina Jesus em um&#160;estudo sobre o tema&#160;no Brasil. Há uma combinação de motivos por trás desse fenômeno global: como as pessoas estão tendo filhos mais tarde, e seus pais estão vivendo mais, muitas se veem lidando com os cuidados das duas gerações. Ao mesmo tempo, as famílias ficaram menores — e há menos pessoas com as quais dividir essas tarefas. Outro fator importante, segundo as pesquisadoras brasileiras, é que uma parcela significativa dos jovens têm demorado mais para obter sua independência financeira, adiando a saída da casa dos pais. “Acredita-se que eles tenham passado cada vez mais tempo na condição de dependentes, principalmente quando comparados à geração de seus próprios pais”, apontam Wajnman e Jesus. “O cenário gerado por essas mudanças é de uma parcela cada vez maior de adultos comprimidos simultaneamente por demandas de seus filhos e de seus pais, (&#8230;) sendo que as mulheres são as mais propensas a ocupar esse papel.” As estatísticas comprovam essa propensão: segundo o IBGE, as mulheres dedicam, em média, 10,4 horas por semana a mais do que os homens às tarefas domésticas e aos cuidados não remunerados com pessoas. É o caso de Daiane, que desde a morte do pai cuida sozinha de dona Maria Joana. Nem o marido, nem os irmãos dela participam da rotina de cuidados, diz ela. “Aprendi a dar banho nela e faço tudo o que está ao meu alcance. Quando ela ainda falava, até me chamava de mãe. (&#8230;) Eu acho que Deus me deu isso para eu aprender o que é o amor verdadeiro por alguém — porque é uma experiência de amor.” Mas o acúmulo de funções com o filho, com a mãe e com os afazeres domésticos tem cobrado um preço alto da saúde mental de Daiane. Ela conta que já enfrentou períodos de depressão profunda. “Dedico minha vida toda à minha mãe — não viajo, não saio. (&#8230;) E as pessoas me cobram que eu seja mais presente para o meu filho. Não tenho tempo para mim, mas tenho que ter tempo para a casa, para as roupas, para eles.” Avós &#8216;ensanduichadas&#8217; Mas se histórias como a de Daiane são exemplos clássicos da geração sanduíche no mundo, elas provavelmente ainda não representam um exemplo tipicamente brasileiro, diz Simone Wajnman, que é professora da UFMG. No país, assim como no restante da América Latina, o fenômeno tem uma camada adicional de complexidade: segundo os dados levantados pela pesquisadora, a maior parte das mulheres “ensanduichadas” atualmente no Brasil não são apenas mães, mas também avós. A razão principal por trás disso é que, embora cada vez mais brasileiras estejam esperando mais para ter filhos, a idade média em que elas se tornam mães — 27,8 anos — ainda é uma das menores do mundo. Analisando os dados do Censo de 2010, Wajnman identificou que, quando essa mulher chega aos 55 anos, ela terá em média dois netos, nascidos de filhos que têm por volta de 20 a 30 anos. “E ela também tem alta probabilidade de ter mãe e pai vivos e em idade demandante”, explica Wajnman à BBC News Brasil. Na prática, portanto, muitas dessas avós acabam comprimidas pelas demandas de três gerações diferentes de dependentes — e muitas vezes participam intensamente da vida e dos cuidados de todas elas. “É com certeza algo que afeta muito mais as mulheres”, prossegue Wajnman. “Estou falando de avós que têm muito trabalho com seus netos e ao mesmo tempo têm uma mãe ou pai demandante.” E conciliam isso também com o</p>
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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="920" height="787" src="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2023/06/bbc.png" alt="" class="wp-image-3449 size-large" srcset="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2023/06/bbc.png 920w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2023/06/bbc-300x257.png 300w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2023/06/bbc-768x657.png 768w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<h3 class="wp-block-heading">O peso sobre a &#8216;geração sanduíche&#8217;, que cuida ao mesmo tempo de pais idosos, filhos e netos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mudanças sociais demográficas deixam mais pessoas &#8216;comprimidas&#8217; pelo cuidado multigeracional &#8211; com crianças e idosos ao mesmo tempo</p>
</div></div>



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<p class="wp-block-paragraph">Faz dez anos que a paranaense Lady Daiane de Vargas Flores cuida em tempo integral da mãe, que sofre de demência. Dona Maria Joana tem 68 anos e já não fala, não anda nem se alimenta sozinha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ela virou um bebê total”, explica Daiane, 39 anos, à BBC News Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pior fase da doença de dona Maria Joana aconteceu justamente quando Daiane estava, ela própria, prestes a virar mãe — grávida de um menino que hoje tem 7 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando você vai ganhar um bebê, quer que a sua mãe esteja ao seu lado. Mas, comigo, o que aconteceu é que virei órfã de mãe e passei a ter uma filha a mais.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Daiane não está sozinha no desafio de cuidar simultaneamente de duas gerações: mudanças demográficas e sociais em curso no mundo inteiro tornam cada vez mais comum que famílias, em especial mulheres, sejam “prensadas”, ao mesmo tempo, pelas demandas tanto de pais idosos que necessitam de cuidado quanto de filhos — ou mesmo netos — que também requerem atenção constante e sustento financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O nome dado a isso, internacionalmente, é o de “geração sanduíche” — que ganha contornos ainda mais complexos no Brasil (<em>veja mais detalhes abaixo na reportagem</em>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos Estados Unidos, por exemplo, uma&nbsp;<a href="https://www.pewresearch.org/short-reads/2022/04/08/more-than-half-of-americans-in-their-40s-are-sandwiched-between-an-aging-parent-and-their-own-children/">pesquisa do centro Pew</a>&nbsp;estimou que quase um em cada quatro adultos americanos potencialmente se encaixa nessa definição — ou seja, tem responsabilidades tanto com pais idosos com mais de 65 anos quanto com filhos menores de idade (ou maiores de 18 anos, mas ainda financeiramente dependentes).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A faixa etária mais propensa a ser “ensanduichada” é a dos 40 anos: mais da metade (54%) dos americanos nessa idade tem pais e filhos que possivelmente demandam cuidados ou ajuda financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não há estatísticas precisas sobre o fenômeno no Brasil, segundo especialistas consultados pela reportagem. Dados da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio Contínua (Pnad Contínua) do IBGE em 2019 apontam que&nbsp;<a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/27877-em-media-mulheres-dedicam-10-4-horas-por-semana-a-mais-que-os-homens-aos-afazeres-domesticos-ou-ao-cuidado-de-pessoas">54,1 milhões de brasileiros</a>&nbsp;com 14 anos ou mais cuidavam de outros moradores da sua casa ou de outros parentes — mas não se sabe ao certo quantos cuidam de duas gerações ao mesmo tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A despeito disso, a expectativa é de que o fenômeno da “geração sanduíche” se torne mais comum em um futuro próximo, como explicam as pesquisadoras brasileiras Simone Wajnman e Jordana Cristina Jesus em um<a href="https://www.academia.edu/52543134/Gera%C3%A7%C3%A3o_sandu%C3%ADche_no_Brasil">&nbsp;estudo sobre o tema</a>&nbsp;no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma combinação de motivos por trás desse fenômeno global: como as pessoas estão tendo filhos mais tarde, e seus pais estão vivendo mais, muitas se veem lidando com os cuidados das duas gerações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, as famílias ficaram menores — e há menos pessoas com as quais dividir essas tarefas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator importante, segundo as pesquisadoras brasileiras, é que uma parcela significativa dos jovens têm demorado mais para obter sua independência financeira, adiando a saída da casa dos pais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acredita-se que eles tenham passado cada vez mais tempo na condição de dependentes, principalmente quando comparados à geração de seus próprios pais”, apontam Wajnman e Jesus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O cenário gerado por essas mudanças é de uma parcela cada vez maior de adultos comprimidos simultaneamente por demandas de seus filhos e de seus pais, (&#8230;) sendo que as mulheres são as mais propensas a ocupar esse papel.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">As estatísticas comprovam essa propensão: segundo o IBGE, as mulheres dedicam, em média, 10,4 horas por semana a mais do que os homens às tarefas domésticas e aos cuidados não remunerados com pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É o caso de Daiane, que desde a morte do pai cuida sozinha de dona Maria Joana. Nem o marido, nem os irmãos dela participam da rotina de cuidados, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Aprendi a dar banho nela e faço tudo o que está ao meu alcance. Quando ela ainda falava, até me chamava de mãe. (&#8230;) Eu acho que Deus me deu isso para eu aprender o que é o amor verdadeiro por alguém — porque é uma experiência de amor.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o acúmulo de funções com o filho, com a mãe e com os afazeres domésticos tem cobrado um preço alto da saúde mental de Daiane. Ela conta que já enfrentou períodos de depressão profunda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Dedico minha vida toda à minha mãe — não viajo, não saio. (&#8230;) E as pessoas me cobram que eu seja mais presente para o meu filho. Não tenho tempo para mim, mas tenho que ter tempo para a casa, para as roupas, para eles.”</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Avós-ensanduichadas">Avós &#8216;ensanduichadas&#8217;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mas se histórias como a de Daiane são exemplos clássicos da geração sanduíche no mundo, elas provavelmente ainda não representam um exemplo tipicamente brasileiro, diz Simone Wajnman, que é professora da UFMG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No país, assim como no restante da América Latina, o fenômeno tem uma camada adicional de complexidade: segundo os dados levantados pela pesquisadora, a maior parte das mulheres “ensanduichadas” atualmente no Brasil não são apenas mães, mas também avós.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A razão principal por trás disso é que, embora cada vez mais brasileiras estejam esperando mais para ter filhos, a idade média em que elas se tornam mães — 27,8 anos — ainda é uma das menores do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Analisando os dados do Censo de 2010, Wajnman identificou que, quando essa mulher chega aos 55 anos, ela terá em média dois netos, nascidos de filhos que têm por volta de 20 a 30 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“E ela também tem alta probabilidade de ter mãe e pai vivos e em idade demandante”, explica Wajnman à BBC News Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, portanto, muitas dessas avós acabam comprimidas pelas demandas de três gerações diferentes de dependentes — e muitas vezes participam intensamente da vida e dos cuidados de todas elas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É com certeza algo que afeta muito mais as mulheres”, prossegue Wajnman. “Estou falando de avós que têm muito trabalho com seus netos e ao mesmo tempo têm uma mãe ou pai demandante.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">E conciliam isso também com o sustento da família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A paulista Raquel Soares Alexandre, 58 anos, diz que está há três anos sem “vida própria” — desde que seu pai teve um AVC (acidente vascular cerebral) e perdeu os movimentos do lado direito do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ele não anda e não fala, então depende de mim para tomar remédio, ir nas consultas médicas, tudo”, diz ela à reportagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Raquel também cria as duas netas adolescentes (de 13 e 17 anos) e trabalha em tempo integral como agente de apoio na Fundação Casa, na cidade de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Meu pai fica com uma das minhas netas pela manhã e com a outra à tarde. Quando eu chego do trabalho, ainda tenho que cuidar da alimentação. Vou dormir às 23h. E no meus dias de folga, tenho que cuidar da casa, lavar as roupas”, ela desabafa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Então &#8216;puxado&#8217; é pouco. Eu choro muito, me desespero, mas daí você olha para o lado e vê pessoas em situação ainda pior e segue em frente. (&#8230;) Antes de o meu pai ficar doente, eu conseguia tirar férias na praia. Hoje, se saio por poucos dias já é um transtorno, porque preciso pagar alguém para cuidar dele e não consigo me desligar.”</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-peso-do-cuidado">O peso do cuidado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É importante destacar que a convivência multigeracional também pode trazer ganhos, desde aproximar a família e até permitir que mães consigam se manter no mercado enquanto as avós ajudam com as crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a pressão emocional e econômica sobre esse grupo demográfico é grande, e tende a continuar crescendo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma&nbsp;<a href="https://medicine.umich.edu/dept/psychiatry/news/archive/202212/%E2%80%9Csandwich-generation%E2%80%9D-study-shows-challenges-caring-both-kids-aging-parents#">pesquisa recente da Universidade de Michigan, nos EUA,&nbsp;</a>publicada no Journal of the American Geriatrics Society aponta que, entre mais de mil entrevistados da “geração sanduíche” nos EUA, 36% deles passavam por dificuldades financeiras — o dobro do índice reportado entre pessoas que cuidavam apenas de um pai idoso, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também chamou a atenção o alto índice (44%) de dificuldades emocionais entre os ensanduichados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Formuladores de políticas públicas e empregadores deverão prestar atenção especial aos indivíduos nesse ‘trilema’ de cuidar de duas gerações e, ao mesmo tempo, continuar sendo parte da força de trabalho”, escreveu Donovan Maust, um dos autores do estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação Americana de Psicologia (APA) afirma que “ser cuidador multigeracional tem demonstrado impacto negativo na saúde e no comportamento, ao reduzir os níveis de exercício (dos cuidadores), aumentar sua frequência de consumo de cigarros e elevar seu risco de depressão”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Cuidar dos netos é um trabalho extra para avós que muitas vezes também são cuidadoras dos seus maridos. Estamos falando de mulheres que muitas vezes não puderam escolher”, diz à BBC News Brasil a assistente social Marilia Berzins, do Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento (Olhe) no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Berzins diz que chegou a promover cursos e rodas de conversa para ajudar as cuidadoras multigeracionais, mas elas simplesmente não tinham tempo livre para comparecer. Sem apoio, acabam aprendendo a cuidar de idosos na prática, por conta própria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um trabalho precarizado e pesado. Hoje, a principal provedora de cuidados é a própria família”, prossegue Berzins.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela defende que políticas públicas, como centros de cuidados diurnos ou noturnos para idosos e a formalização da profissão de cuidador, poderiam ajudar a aliviar a carga emocional, social e financeira sobre esses grupos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A pergunta é: quem cuida de quem cuida? Por isso, precisamos que o cuidado passe a ser uma política do Estado, e não só da família.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<pre class="wp-block-preformatted">Fonte: BBC News Brasil - https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g7ppnwn0zo</pre>



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		<title>Desafios do Cuidar</title>
		<link>https://olhe.org.br/desafios-do-cuidar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Olhe]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2021 14:19:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma questão de gênero As professoras Helena, Nádya e Yeda vão promover um super encontro para discutir a questão do gênero no cuidado. Dia 09/02 às 16h00. Fonte: https://www.facebook.com/642052855831235/videos/170416674595455</p>
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<h3 class="wp-block-heading">Uma questão de gênero</h3>



<p class="wp-block-paragraph">As professoras Helena, Nádya e Yeda vão promover um super encontro para discutir a questão do gênero no cuidado. Dia 09/02 às 16h00.</p>
</div></div>



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<pre class="wp-block-preformatted">Fonte: https://www.facebook.com/642052855831235/videos/170416674595455</pre>



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		<title>Rádio Brasil Atual</title>
		<link>https://olhe.org.br/radio-brasil-atual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Olhe]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 02:28:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Janeiro branco chama atenção para doenças mentais em idosos durante pandemia Instituições voltadas à saúde mental realizam neste mês a campanha janeiro branco. O objetivo é chamar a atenção da sociedade para as questões relacionadas à saúde emocional dos brasileiros. E em plena pandemia, a campanha também ressalta a importância de se debater os problemas mentais nos idosos. Reportagem de Danilo Reenlsober Fonte: Rádio Brasil Atual</p>
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<h3 class="wp-block-heading">Janeiro branco chama atenção para doenças mentais em idosos durante pandemia</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Instituições voltadas à saúde mental realizam neste mês a campanha janeiro branco. O objetivo é chamar a atenção da sociedade para as questões relacionadas à saúde emocional dos brasileiros. E em plena pandemia, a campanha também ressalta a importância de se debater os problemas mentais nos idosos. Reportagem de Danilo Reenlsober</p>
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<pre class="wp-block-preformatted">Fonte: Rádio Brasil Atual</pre>



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		<title>REDE TVT</title>
		<link>https://olhe.org.br/rede-tvt/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2020 00:43:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presente dos paulistas na melhor idade foi de grego. Bruno Covas (PSDB), com apoio do governador do estado, João Dória (PSDB), retirou a gratuidade no transporte público de pessoas com idade entre 60 e 64 anos. Ao mesmo tempo, aumentou o próprio salário. Fonte: REDE TVT</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O presente dos paulistas na melhor idade foi de grego. Bruno Covas (PSDB), com apoio do governador do estado, João Dória (PSDB), retirou a gratuidade no transporte público de pessoas com idade entre 60 e 64 anos. Ao mesmo tempo, aumentou o próprio salário.</p>
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<pre class="wp-block-preformatted">Fonte: REDE TVT</pre>



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		<title>FOLHA DE SPAULO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Olhe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2020 01:38:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Precisamos de mais mulheres idosas nos cargos públicos Desigualdade de gênero impacta também o envelhecimento Para ler a matéria na integra visite o link abaixo https://www1.folha.uol.com.br/folha-100-anos/2020/11/precisamos-de-mais-mulheres-idosas-nos-cargos-publicos.shtml Fonte: Folha de S Paulo</p>
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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile is-image-fill-element"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="669" height="263" src="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/folhadespaulo.png" alt="" class="wp-image-647 size-large" style="object-position:39% 25%" srcset="https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/folhadespaulo.png 669w, https://olhe.org.br/wp-content/uploads/2021/01/folhadespaulo-300x118.png 300w" sizes="(max-width: 669px) 100vw, 669px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<h3 class="wp-block-heading"><strong>Precisamos de mais mulheres idosas nos cargos públicos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Desigualdade de gênero impacta também o envelhecimento</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Para ler a matéria na integra visite o link abaixo </p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www1.folha.uol.com.br/folha-100-anos/2020/11/precisamos-de-mais-mulheres-idosas-nos-cargos-publicos.shtm">https://www1.folha.uol.com.br/folha-100-anos/2020/11/precisamos-de-mais-mulheres-idosas-nos-cargos-publicos.shtm</a>l</p>



<pre class="wp-block-preformatted">Fonte: Folha de S Paulo</pre>



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		<title>SOCIEDADE BRASILEIRA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA</title>
		<link>https://olhe.org.br/sociedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Olhe]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 20:42:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Políticas públicas para um país que envelhece Este é o tema que a Dra. Marília Anselmo Viana Silva Berzins, assistente social, aborda nesse vídeo. É necessário assumir o compromisso para a implantação dessas políticas nos municípios. Assista o vídeo completo no link abaixo: https://www.facebook.com/SBGGSaoPaulo/videos/801345727364440/ Fonte: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia - São Paulo </p>
<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/sociedade/">SOCIEDADE BRASILEIRA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Políticas públicas para um país que envelhece</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este é o tema que a Dra. Marília Anselmo Viana Silva Berzins, assistente social, aborda nesse vídeo. É necessário assumir o compromisso para a implantação dessas políticas nos municípios.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Assista o vídeo completo no link abaixo:</p>



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<pre class="wp-block-preformatted">Fonte: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia - São Paulo 
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<p>O conteúdo <a href="https://olhe.org.br/sociedade/">SOCIEDADE BRASILEIRA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA</a> aparece primeiro em <a href="https://olhe.org.br">Olhe</a>.</p>
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